Wishlist 2008: Update #1

Say a prayer. Tirada na Catedral da Sé, em caminhada fotográfica em janeiro.

Passados 1/3 do ano, acho que está num bom momento de reavaliar minhas promessas para 2008 e ver se consegui cumprir ao menos parte delas. Até que o resultado me surpreendeu.

1. Aprender a tocar um instrumento
Ainda não cheguei nem perto de uma guitarra. Mas espero cumprir esse objetivo, que já venho perseguindo a anos, no segundo terço do ano. Enquanto isso, fiquem com o vídeo abaixo, é o solo que mais ando escutando ultimamente.



2. Postar mais, traduzir para o inglês e divulgar melhor o blog
Até que estou postando bastante, num ritmo de aproximadamente um post por semana. Pra quem postava uma vez por mês, tá ótimo. A tradução para o inglês está sendo providenciada, e a divulgação, bem, é uma coisa meio difícil de se fazer sem recursos. Mas está nos planos pro terceiro terço do ano.

3. Comprar um Nintendo DS
Essa meta foi cumpridíssima. Agora o que eu preciso é comprar mais jogos originais. Puzzle Quest será o primeiro, e depois quem sabe o The World Ends With You. Mas estou relutando bastante em dar dinheiro pra Nintendo, essa Sega-killer from hell.

4. Gastar melhor o dinheiro e aplicar na bolsa
Reorganizei meus gastos de forma que eles sejam utilizados pra (tentar) me dar mais dinheiro, o que é bem mais inteligente que sair comprando um monte de revista de games que eu nem lia (apesar que ainda compro uma Edge ou Wired de vez em quando, não dá pra resistir!) Adquiri um host e alguns domínios, o que já é suficiente pra eu sair brincando de webdesigner.

Quanto aos investimentos, recorri ao modo mais fácil. Apliquei em fundos de ações, que são bem diferentes de bolsa de valores. Mas se tudo ocorrer da forma que imagino, terei tanto lucro quanto, e com menos trabalho. Petrobrás GOGOGO!!! Novos poços de petróleo FTW!!!

5. Perder 30 kg e deixar o cabelo crescer
Talvez a meta mais difícil da face da Terra, que é perder peso. Mas desde que escrevi o primeiro post sobre a wishlist, perdi cerca de 6kg. Nesse ritmo, até o fim do ano terei perdido 18kg. Já é um bom começo.

Já a meta de deixar o cabelo crescer talvez seja a mais fácil de todas. Ele tá aí, crescendo.

6. Fazer uma pós
Essa vai ficar pro segundo semestre. Enquanto isso, vou fazendo alguns cursos livres. O próximo é Dreamweaver com PHP.

7. Ler mais livros, tirar mais fotos, assistir mais filmes.
No momento estou lendo três livros (logo logo terá resenha aqui), participei de uma caminhada fotográfica no centro no começo do ano, e assisti uns dois filmes. Diria que atingi essas metas com louvor. Mas não dá pra ficar parado, já tenho pelo menos dois livros que estou de olho.

Fora esses objetivos, existem aqueles que vão surgindo durante o ano, que às vezes você nem esperava, ou já tinha desistido faz tempo. São três: um eu não consegui por cabacisse; outro, está em vias de (ou não, sei lá); e o último está indo completamente pro espaço. Mas desses ninguém precisa saber.

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Imagem do dia: Barackomon, eu escolho você!

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Top10: Aberturas de games


Mesmo esquecidas e solenemente ignoradas por muitos (quem é que, na ânsia por iniciar logo a jogatina, não aperta o start sumariamente?), as aberturas vêm ganhando cada vez mais destaque nos games atuais. Grande parte dos budgets milionários é reservada especificamente para as chamadas cutscenes, cenas que contam a história do jogo (onde geralmente não há interação nenhuma) sendo que a mais importante sempre é a abertura. Casos recentes como MGS2, Onimusha 3 e Lost Odyssey comprovam que uma abertura bem executada nunca é demais, servindo para familiarizar o jogador com o enredo e a ambientação, além de mantê-lo empolgado com as cenas cinematográficas - mas é claro que elas quase nunca traduzem a real jogabilidade.

Nessa lista, procurei adicionar as aberturas mais impressionantes que já vi, tanto artisticamente quanto tecnicamente, excluindo os jogos pré-32 bits. Naquela época, eram raras as aberturas que destoavam do resto, até pela limitação de memória dos cartuchos. Com o advento da mídia CD dos consoles PS1 e Saturn, começaram surgir aberturas em cg e anime, muito mais elaboradas. Algumas produtoras, como a Square, a Namco e a Blizzard, até se especializaram nisso. E por falar da Namco, a posição nº 1 não podia dar outra...

1. Soul Edge

Considerada por muitos como a melhor abertura de todos os tempos. Um título questionável, mas é inegável o esmero com que a Namco tratou o port de Soul Edge para o PSOne. Na época (1996) foi um marco, com uma música envolvente, cenas de luta estupendas, e coreografia na medida, graças à edição primorosa. Hoje em dia a empresa rivaliza com a Square-Enix como uma das maiores produtoras de Cgs do mundo gamístico. Foi a primeira vez em que a famosa frase "Transcending history and the world, a tale of souls and swords, eternally retold" foi pronunciada, tornando-se marca registrada da série Soul.

2. Onimusha 3

Lembro-me ainda hoje do dia em que vi essa abertura, na TV 42' de uma loja de games. Fiquei simplesmente paralisado e em choque, pois o nível de produção chegava a rivalizar com as grande produções hollywoodianas. Durante 6 minutos (!) o que vemos é o samurai/ninja/guerreiro-japonês-whatever Samanosuke (interpretado pelo galã sino-japonês/nipo-chinês Takeshi Kaneshiro) infiltrando-se na base de um exército de demônios e tocando a maior zona, com muita ação desenfreada e duelos estilosos de espada. Para produzir esta obra de arte, a Capcom contratou o estúdio Robot, especializado em Cgs, que trabalhou em títulos como Baten Kaitos, Resident Evil 0 e Clock Tower 3.

3. Final Fantasy VIII

Dispensa apresentações. É considerada como a melhor abertura já produzida pela Square. A épica música "Liberi Fatali" também ajuda muito a compor o clima. Aliás, FFVIII foi o que teve as melhores cenas em Cg de toda a série. Pena que o jogo em si era bem mais ou menos.

4. Shadow of the Colossus

Um jogo que transparecia minimalismo em todas as vertentes. É assim que se podia resumir Shadow of the Colossus, na minha opinião um dos grandes clássicos da história dos games. Sua abertura deixava bem claro o feeling da história: você está só, numa bela porém inóspita região, tendo somente a companhia de seu fiel cavalo para transpor os desafios. A música, cortesia do compositor Kow Ohtani, é magistral. É a única abertura desta lista (além de MGS2) que não é em Cg/desenho animado, utilizando cenas da própria engine.

5. Final Fantasy X

Não acho que essa abertura tenha a mesma emoção dos anteriores, mas está aqui porque foi a primeira que realmente mostrou o poder do PS2. Os detalhes na cidade, na água e nos personagens eram incrivelmente fantásticos. Tanto que até hoje a Square não conseguiu se superar - a abertura de FFXII é tosquinha, se comparada.

6. Tales of Destiny

Uma das primeiras aberturas em anime que surgiram no PSOne, em 1997. A qualidade da animação é impecável, ainda estou pra ver algo tão bem desenhado e sincronizado com a música ("Yume de Aru Yoni", do grupo de jpop antigão DEEN). Produzido pelo estúdio Production I.G, que depois ficaria mundialmente famoso pelos animes Ghost in the Shell, Blood the Last Vampire, PatLabor, dentre outros.

7. Gran Turismo 2

Nunca antes os carros foram retratados tão realisticamente como em Gran Turismo, um jogo feito para o mais ardoroso fã de automóveis. E um jogo desse porte precisava de uma abertura a altura. GT1 já possuía uma fantástica, mas em GT2 a Polyphony realmente se superou: cenas de corridas antigas intercalam-se com atuais, enquanto várias máquinas desfilam ao som de solos de guitarra fusion. Totalmente excelente.

8. Lunar: The Silver Star Story Complete

Essa abertura, apesar de não ser muito boa tecnicamente, é sempre lembrada com carinho por gamers do mundo inteiro. Não tem como não torcer pelos personagens Alex e Luna. Aqui vai uma citação do Gamerhelp que traduz exatamente a sensação de quem jogou Lunar: "As much as we love violent, gritty video games, you have to hand it to the guys at Working Designs to create such a happy little game. There is no way you can watch the following intro movie and not instantly have a better day."

9. Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

A característica mais famosa da série Metal Gear é sua dramaticidade, que só é possível por conta da geniosidade do produtor superstar Hideo Kojima. Algumas cenas são tão cinematográficas que fica quase impossível distinguir se é um jogo ou um filme. Isso fica muito evidenciado na abertura de MGS2, com a fantástica trilha sonora composta por Harry Gregson-Williams, empolgante até dizer chega. Um marco das aberturas para games, freqüentemente utilizada para acabar com a discussão "videogame é coisa de criança".

10. Lost Odyssey

Abertura bem ao estilo Hironobu Sakaguchi, com um clima épico que lembra bastante o filme Final Fantasy: Spirits Within. Nela, dois grandes exércitos degladiam-se até a morte, utilizando uma mescla de equipamentos medievais e maquinário bélico. De repente, um guerreiro solitário surge em meio a batalha, destroçando quem encontra pela frente. Até que cai um meteoro (?) aniquilando a tudo e a todos. Único dos games citados que ainda não joguei, mas pretendo.

Durante o processo de seleção dessa lista, acabei me lembrando de várias outras aberturas sensacionais. Mas como era um top10, elas ficaram de fora. De qualquer forma, posto elas aqui como agregadas, sem ordem de preferência.

Grandia


Final Fantasy XII


Star Ocean: Till the End of Time


Três grandes exemplos de aberturas onde o jogador é imerso em um mundo totalmente novo, e tem um vislumbre da grande aventura que o aguarda.

Parasite Eve

Não sou muito fã das aberturas "preguiçosas", aquelas que se utilizam somente de colagens de cenas do jogo (nas quais os americanos são mestres). Mas a Square o fez com perfeição, e a música techno de fundo é bem legal.

Gran Turismo 4

Uma versão aprimorada da abertura de GT2, porém com gráficos infinitamente superiores e a "Panama" do Van Halen tocando ao fundo.

Armored Core: Last Raven

Uma abertura que nos mostra como seria uma realidade onde robôs gigantes fossem utilizados em guerras. Não que Jaspion e demais heróis japoneses não tenham mostrado isso antes. Mas robô gigante nunca é demais.

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Imagem do dia: ownado pelo próprio pai


Deve ser uma lei imutável da natureza:

a mãe rula o filho
o pai rula a mãe
logo, o pai rula o filho.


[Atualizado]

sushis diz:
noss, se eu fosse ele já mandava um "who's your daddy, biaatch!"

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Não, o Vincent não tem nada a ver com o post.


Inspirado pelo fantástico Hadouken, resolvi fazer também minha própria lista com músicas que dariam um ótimo repertório pro Guitar Hero.

Ao vasculhar meu acervo pessoal, percebi que essa lista ficaria extremamente extensa. Analisando bem, daria para dividi-la em vários grupos: game music, rock instrumental e rock "normal" (cantado). Porém, só a seleção de game music teria mais de 30 músicas, então resolvi dividi-la também.

Mas por que diabos eu criei uma categoria separada para músicas instrumentais? O fato é que nunca entendi muito bem essa minha predileção por músicas sem vocais - um solo de guitarra me empolga muito mais que um refrão pegajoso. Talvez seja o trauma por ter escutado tantas bandas ótimas com vocalistas horríveis (gothic metal, estou olhando para você!)

Detalhe: a maioria das músicas citadas são muito desconhecidas, então tomei o cuidado de criar alguns vídeos no Youtube e uploadar a maioria no GoEar, porque não há nada mais difícil do que tentar descrever uma música sem que se possa escuta-la. Outra curiosidade: muitas dariam tão certo em Guitar Hero que já existem até as famigeradas custom songs, que também incluí dentro dos posts.

Bom, sem mais delongas, vamos ao que interessa:

Músicas que não podem faltar em Guitar Hero, parte 1: Guilty Gear!


Prologue - Shout & Burning (Guilty Gear)

Música que me fez apreciar heavy metal e solos de guitarra, ainda durante a adolescência (quase dez anos atrás). É incrível como, até hoje, ainda me impressiono com a energia que ela me transmite. Começa um pouco lenta, com um riff que vai aumentando o clima da porrada que está por vir. Logo se transforma numa profusão de duelos, cada guitarrista querendo solar mais fodasticamente que o outro. Até que, aos 2min e 27, entra um solo realmente empolgante, daqueles que dá vontade de parar tudo e mandar ver um air guitar. Tudo nessa música é perfeita, até o timbre das guitarras está no nível exato, dando bastante energia e punch. Sua composição ficou a cargo de Daisuke Ishiwatari, guitarrista que também é o idealizador de toda a série de jogos de luta Guilty Gear. Na minha opinião, a trilha sonora do primeiro GG é sua obra-prima, tanto que várias de suas canções foram reaproveitadas em títulos posteriores, porém sem a mesma energia.

Suck a Sage (Guilty Gear)

Desta vez o guitarrista-base está mais contido em seu papel, o que acaba evidenciando ainda mais os solos empolgantes do guitarrista-solo. O speed-metal combina perfeitamente com o personagem Chipp Zanuff, que é o mais rápido e acrobático do elenco, e ajuda na hora de mandar aqueles combos button-mashing-non-stop-sem-noção. Escute apenas a versão do primeiro GG - a harmonia base foi cortada nas versões posteriores.

Holy Orders (Be Just or Be Dead) (Guilty Gear)

Talvez a música mais conhecida da série Guilty Gear, não poderia ficar de fora. Mais uma vez, a versão original é muito melhor, com harmonias do guitarrista-base, órgãos ao fundo e muitos solos.

Writhe in Pain (Guilty Gear)

Mais um tema clássico de Guilty Gear. Aqui as guitarras ficam em segundo plano e o órgão é mais evidenciado. Porém, isso faz com que o solo seja muito, muito marcante. Talvez o solo mais melódico da série. Na minha opinião, muito melhor que "Holy Orders" (até por ter um nome muito mais interessante, "Contorcendo-se em Dor" na tradução literal). Uma das minhas favoritas.

Death and Republic (Guilty Gear)

Música que toca durante o prelúdio da luta contra a última chefe, Justice (sim, é uma mulher). Por durar apenas 1:18, cairia muito bem para a abertura de um Guitar Hero.

Meet Again (Guilty Gear)

Mais uma composição de Daisuke Ishiwatari para o primeiro Guilty Gear (e que ficou horrível em Guilty Gear X e XX). Fas jus ao título de música-tema da chefe apelona Justice, com corais e um clima épico à la Rhapsody. Depois de escutá-la eu finalmente entendi o que significa a expressão "screaming guitars"...

A Fixed Idea (Guilty Gear)

Música tema do personagem Testament. Curiosidade: no começo eu achei que era uma mulher (aliás Guilty Gear é pródigo em personagens andrógenos) e até fiz alguns fanarts.

Conclusion (Guilty Gear)

Assim como em Street Fighter (Ryu e Ken), Fatal Fury (Terry e Geese) e King of Fighters (Kyo e Iori), em Guilty Gear também temos os heróis/antagonistas (no caso, são Sol Badguy e Ky Kiske). E em todas as vezes em que os dois personagens se enfrentam, uma música especial é tocada. No primeiro Guilty Gear, essa música é a Conclusion. Nem preciso dizer que as versões mais novas são bem ruinzinhas ("No Mercy" e "Noontide").

Love Letter From (Guilty Gear)

Tema tocado durante os créditos de Guilty Gear. Provavelmente a música de staff roll mais pesada da história dos games.

Awe of She (Guilty Gear X)

Uma das músicas que mais brilharam na trilha sonora Guilty Gear X: Heavy Rock Tracks. Ela tem uma levada mais gothic e melódica, praticamente um Nightwish instrumental. Apesar de enjoar um pouco no fim.

Bloodstained Lineage (Guilty Gear X)

Já essa música de GGX:HRT, tem uma pegada mais thrash e mais pauleira. Um feeling totalmente diferente do resto do album.

Burly Heart (Guilty Gear XX)

Quer tornar uma música mais pesada? "É só diminuir o ritmo" muitos diriam. E não é que é verdade? Burly Heart é o tema de Potemkin, presente desde GGX. Mas em GGXX ela se tornou muito mais interessante quando deram um slow down e o solo ficou com um peso animal. Uma das melhores.

Boom Town Blues (Guilty Gear XX)

Não sei se é impressão minha, mas os músicos japoneses (os roqueiros obviamente) têm um dom incrível que é imbutir heavy metal nos mais variados estilos. Essa música é muito interessante, é um bluezão tradicional mas com guitarras extremamente pesadas.

A Simple Life (Guilty Gear XX)

Não sei direito porque gosto dessa música, mas a simplicidade dela (e os riffs pegajosos) me fizeram colocar nessa lista.

Revelations (Guilty Gear XX #Reload Korean Version)

Parece que Guilty Gear é bem popular na Córeia do Sul, tanto que adaptaram Guilty Gear XX #Reload pra lá. E aproveitaram e chamaram a banda N.EX.T (pros adeptos de Pump it Up, é a banda que toca a canção "Lazenca, Save Us") pra compor e tocar a trilha sonora. E não é que em algumas músicas eles conseguirem manter o legado de Daisuke Ishiwatari? "Revelations" é a melhor do OST na minha opinião, com solos bem empolgantes.

The Day of Judgement (Guilty Gear XX #Reload Korean Version)

Aqui vale a observação da "Burly Heart": músicas mais lentas igual a mais peso. O solo ficou muito legal.

Riches in Me (Guilty Gear Isuka)

Guilty Gear Isuka certamente não possui a melhor trilha sonora da série, mas ganha fácil quando o quesito é "nomes de músicas bizarros" - WTF quer dizer "Riches in Me"?? Ela começa com um riff cavalgado estilo Iced Earth, e continua com solos que lembram bastante algumas músicas de Megaman (ou seja: awesome!)

Keep Yourself Alive 3 (Guilty Gear 2 Overture)

Música da trilha sonora de Guilty Gear 2 Overture, novíssima, lançada no começo de 2008. Nunca gostei muito dela nas versões anteriores, porém agora Daisuke Ishiwatari conseguiu me surpreender novamente, incluindo uma roupagem mais hard rock e deixando-a com uma cara totalmente diferente. Recomendado.

The Re-coming (Guilty Gear 2 Overture)

Mais uma excepcional faixa de GG2O, um heavy metal tradicional mas não menos empolgante.

E é isso. Não perca na próxima semana, a segunda parte com músicas de Castlevania, Gran Turismo, King of Fighters e muitos outros. Até lá.

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Essas coisas me deixam triste e puto ao mesmo tempo.

- Primeiro, o que me deixa triste.

Cá estava eu zapeando pelo ótimo Mashable, quando me deparei nesta notícia estarrecedora.

Um programador iniciante de 29 anos, residente de Vancouver, criou no ano passado um site chamado Plenty of Fish, para treinar a linguagem que ele estudava no momento (ASP).

Diferente de outros sites de encontros como o Match.com ou o True.com, ele não cobra nada para as pessoas se cadastrarem, o que tornou Plenty of Fish relativamente popular, com cerca de 600.000 usuários cadastrados. Como ele faz toda a manutenção sozinho, praticamente não há nenhum tipo de suporte técnico - apenas um forum onde supostamente todas as dúvidas dos clientes são sanadas, no qual ele passa DEZ míseras horas de sua semana.

O design do site é totalmente lamentável. Não existe nem mesmo um script para redimensionar as fotos do usuários, gerando uma infinidade de fotos esticadas, borradas e enfim. Parece realmente um projeto amador.

Toda a renda provém de links patrocinados e publicidade online tradicional. Além disso, a relativamente grande base de usuários provê clicks em banners de parceiros, gerando mais de dez dólares por click.

E nisso o cara estima que sua fortuna esteja avaliada em torno de TEN FUCKING MILLION DOLLARS.

Posso tirar duas conclusões a respeito dessa notícia.

1. A internet realmente é uma mina de ouro pra quem tem boas idéias. Parece que a bolha de 2000 já passou, e a febre 2.0 está longe de acabar. Orkut/MySpace/Facebook e outros exemplos mais recentes como o Last.fm, Anywhere.fm e Twitter são uma prova viva disso. No Go2Web20.net, existem centenas de sites 2.0 cadastrados e pelo menos um novo surge a cada dia, tentando desesperadamente abocanhar um pedaço desse mercado onde o "usuário é o dono".

2. Por outro lado, em uma coluna de John C. Dvorak na Info Exame de uns meses atrás, existe SIM um risco da internet implodir mais uma vez, e eu concordo plenamente. Empresas (e seus donos) tornam-se multimilionários com uma rapidez que a muito não se via. Será que o usuário médio de internet está pronto para isso? Será que nós queremos realmente ter o controle dos sites que acessamos? Postar nossas notícias e opiniões, compartilhar nossas músicas, interferir no layout?

Eu acho que não. A maioria não sabe nem usar email, e muitos até hoje se perguntam pra que serve o Orkut.

- Segundo, o que me deixa puto.

COMO DIABOS eu não tive essa idéia antes? COMO DIABOS o CEO do Facebook tem VINTE E TRÊS anos de idade e eu vou fazer VINTE E QUATRO (número de macho-chô) e CONTINUO POBRE?

Puta mundo injusto meu.

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2008 wishlist



Não costumo fazer resoluções de ano novo. Afinal, se não prometo nada, tudo que vier é lucro. Acho que minhas promessas eram ambiciosas demais, e no meio do caminho eu já tinha desanimado e/ou esquecido delas.

Mas nada me impede de criar um pequeno wishlist, com coisas que quero/preciso comprar, e pequenos objetivos que são possivelmente cumpríveis. Até agora nunca estabeleci metas, e digamos que estou aonde estou hoje porque a vida foi me levando, parafraseando a famosa música.

Como diria um ditado popular: quando se passa dos 20 e poucos, é hora de mover o traseiro gordo e tomar vergonha na cara.

1. Aprender a tocar um instrumento
Essa é antiga, já deve constar das últimas 5 resoluções de ano novo. Mas dessa vez vai ser pra valer.

Nada me agrada mais que um belo solo de guitarra, então provavelmente será esse o instrumento. Mas os vizinhos-forrozeiros-que-ligam-o-som-de-madrugada estão me torrando a paciência e estou tentado a aprender bateria para contra atacar...

E um dia, talvez eu consiga ficar um pouco parecido com esse cara, um dos meu cinco guitarristas favoritos (e que tem um dos cindo piores sites que já vi - feito por ele mesmo).



E depois quem sabe, tentar um solo desse naipe.



Se eu não conseguir cumprir essa promessa, sempre há a possibilidade do guitarrêro, da banda de rock e do pouco badalado mas não menos inspirador air guitar.

2. Postar mais, traduzir para o inglês e divulgar melhor o blog
Talvez a promessa mais difícil de ser cumprida. Minha meta é que eu seja citado em algum grande blog nacional, ou mesmo internacional. Joystiq, quem sabe até o Kotaku.

Pra isso, preciso que os posts sejam em inglês também. Não sei se existe algum widget de tradução, provavelmente não (e se existisse não funcionaria direito). Então o jeito é fazer na raça mesmo.

Seria legal divulga-lo de todas as formas possíveis. Venho relutando em colocar o endereço deste blog no nick do MSN e no Orkut mas, whatever, qualquer propaganda é bem-vinda.

3. Comprar um Nintendo DS

(...and makes you happy)
Sempre odiei a Nintendo e ainda odeio, por tudo de mal que ela fez à Sega durante a guerra dos 16 bits. Mas é inegável que o DS é o aparelhinho do momento: em recente pesquisa divulgada pelo Media Create, ele acabou de ultrapassar as vendas, em 3 anos de vida, o que o PS2 fez em 7 anos (no Japão, é claro).

Fora os jogos sensacionais como Taiko Drum Master, Jam Sessions, os remakes de Final Fantasy, New Super Mario Bros, Elite Beat Agents, e tantos outros.

Será o primeiro console da Nintendo que terei. Espero que seja o último.

4. Gastar melhor o dinheiro e aplicar na bolsa
Chega de comprar revistas brasileiras medíocres. Tudo que preciso está na web. Mas nada me impede de comprar as sensacionais Edge e Wired de vez em quando.

Também cansei de juros de 12% ao ano e aplicações de baixo risco. Esse ano investirei um pouco na bolsa, pra ver se esse treco funciona mesmo.

5. Perder 30 kg e deixar o cabelo crescer
Esses são dois visuais que nunca testei: magro e cabeludo. Por que não os dois ao mesmo tempo?

Mas se tem uma coisa que eu não gosto é de academia. Vou arranjar um outro jeito de emagrecer.

6. Fazer uma pós
Mas preciso mesmo é de mais uma graduação. Acho que pós é apenas exigência de mercado. Não abre lá tantas portas.

E nem sei que pós será essa.

7. Ler mais livros, tirar mais fotos, assistir mais filmes.
Um pouco de cultura nunca é demais. Já estou até providenciando uma estante. Palavras chave para os futuros livros que comprarei: design, teoria das cores, otimização de tempo, origami (por que não?), web 2.0.

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Bom, é isso. Como deu pra perceber, perdi o pique no meio do post e já estou sem saco pra fazer resoluções. Acho que a melhor promessa para 2008 é perder a preguiça.

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